Em 2010, usando uma câmara especializada robótica, os autores Tabor e Jacobovici, trabalhando com os arqueólogos, geólogos eantropólogos forenses, explorou um túmulo anteriormente inexplorável em Jerusalém em torno do tempo de Jesus. Eles fizeram uma descoberta notável. O túmulo continha vários ossários ou caixas de ossos, dois dos quais foram esculpidas com uma imagem icônica e uma inscrição em grego. No seu conjunto, a imagem e a inscrição constituem a mais antiga evidência arqueológica de fé na ressurreição de Jesus.
Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas. “Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras”, afirmou nesta terça-feira o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.
Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica SimchaJacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010. Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
“Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram
a revisar todas as nossas presunções anteriores”, acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, The Jesus Discovery.
O professor reconhece que suas conclusões são “controversas” e que vão causar certo repúdio entre os “fundamentalistas religiosos”, enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.
Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário O Túmulo Secreto de Jesus, produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família
Descoberta extremamente importante para história maia foi feita após um século de buscas.
Após mais de uma centena de anos de escavações, arqueólogos conseguiram realizar esta descoberta histórica em Xunantunich, sítio arqueológico maia, na cidade de Belize, perto da fronteira com Guatemala.
A temporada arqueológica de 2016 prova ser verdadeiramente excepcional para os arqueólogos em Xunantunich. Só num mês eles descobriram tábuas de pedra com inscrições hieroglíficas dos maias e no dia 28 de julho o primeiro túmulo de um soberano.

A câmara funerária foi encontrada em uma profundidade de cinco a oito metros e contém cerâmica, fragmentos de nefrite e restos humanos. Além disso, na parte noroeste do túmulo foram encontrados os restos de um animal, possivelmente de uma onça.A construção e as dimensões do túmulo, assim como a presença de nefrite, uma rocha sagrada para os maias, significa que este sitio acolheu uma pessoa muito importante, provavelmente um soberano maia. A análise dos ossos, dos dentes e do crânio permite concluir que se tratava de um homem de 20 a 30 anos da idadeA descoberta surpreendente foi feita pelo professor Jaime Awe, um especialista em história maia e um dos fundadores da arqueologia de Belize. Segundo ele, a coisa mais surpreendente é a própria descoberta, porque as buscas arqueológicas têm sido realizados já durante um século, mas ninguém tinha encontrado nada até o momento. Além do mais, a câmara funerária em Xunantunich é uma das maiores câmaras encontradas na América Central